59a Reunião Anual da SBPC – 2007
Local: Hangar – Belém do Pará
09 de julho de 2007

Encontro Aberto – Ética, Ciência e Tecnologia

4. Fotografias da Reunião

Visita ao Museu Paraense Emílio Goeldi
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Gigantes e imponentes árvores dominam a paisagem botânica do parque


Detalhe de enormes raízes tabulares


Maurício de Carvalho Ramos e Pablo Rubén Mariconda

José Roberto Machado Cunha da Silva


Vista da vegetação


Pequeno lacertílio (calanguinho) solto no parque



Peixe-boi. Cresce até 2,5 metros de comprimento podendo pesar mais de 200 quilos.
Alimenta-se principalmente vegetação aquática, sendo a cabomba seu alimento predileto.
Outrora comum na região, atualmente está ameaçada de extinção devido á caça predatória.
Seu período de gestação é de 11 a 12 meses de gestação e o filhote permanece
com a mãe por volta de dois anos.



Bela construção em pedra no interior do parque, o Castelo D'água, construído em 1901.



Monumento em homenagem a Spix e Martius, encomendado por Emílio Goeldi
ao escultor Karl Kiefer em 1907. Foi inaugurado em 22 de junho do mesmo ano.
Ele contém duas inscrições em latim para cada um dos naturalistas:
“Johan Baptist von Spix (1781-1826), natural da Bavária, benemérito pelos
seus estudos e contribuições ao conhecimento dos animais do Brasil”;
“para Karl Friedrich Philip von Martius (1794-1868), natural da Bavária, preclaríssimo
e pelas suas pesquisas e coleções a respeito da flora do Brasil”


José Roberto Machado Cunha da Silva, Pablo Rubén Mariconda,
Hugh Lacey e Maurício de Carvalho Ramos



Arara Piranga (Ara macao). Vive na copa de florestas úmidas, florestas de galerias,
margens de rios e clareiras com árvores altas. Alimenta-se de frutos, sementes e grãos


Ave anilhada e solta no parque



Jandaia Sol (Aratinga solstitialis). Habita a copa de cerrados, capoeiras,
plantações e manguezais. Ocorre ao norte do Rio Amazonas, Pará, Amapá,
Suriname, Bolívia, Paraguai e Argentina. Alimenta-se de frutos, sementes, brotos,
flores e folhas tenras.



Tucano do Peito Branco (Ramphastos tucanus). Habita a copa de florestas úmidas,
bordas de florestas e capoeiras. Ocorre em toda região amazônica, Guianas
e da Venezuela à Bolívia. Alimenta-se de frutos, insetos, pequenos lagartos,
pequenas cobras e ovos de outras aves.


Tartarugas amazônicas



Jabuti do pé vermelho (Geochelone carbonaria). Ocorre no Brasil, Guiana,
Suriname, Venezuela, Colômbia, Bolívia e Argentina. Vivem em florestas densas
e savanas. Alimentam-se principalmente de matéria vegetal, especialmente de
frutos maduros do cajá mirim e do jenipapo.



Onça pintada (Panthera onca). Maior felino neotropical, penando até 140 quilos.
Ocorre em toda bacia amazônica.



Garça branca grande (Casmerodius albus). Vive em áreas alagadas de
todas as regiões do Pará alimentando-se de peixes, rãs e outros animais aquáticos.


Cauauã (Euxenura maguiari). Habita banhados e brejos com
vegetação baixa e ocorre em todo Brasil. Alimenta-se de insetos, caranguejos,
moluscos, peixes e rãs.


Guará (Eudocimus ruber). Habitam manguezais e lamaçais litorâneos da América Central
e Antilhas até a Colômbia. No Brasil ocorre do Amapá ao Ceará e no Rio de Janeiro, São Paulo,
Paraná e Santa Catarina. Alimenta-se de pequenos caranguejos e camarões cujo pigmento
dão o tom avermelhado da plumagem.


Cotia (Dosyprocto sp) solta no parque. Roedor de porte médio, são encontradas
em matos e capoeiras. Correm e saltam com grande rapidez entre a vegetação.
Tem o hábito de enterrar alimento no mato, ajudando na recomposição do solo.


Ariranha empalhada (Ptenoura brasiliensis). Ocorre no leste dos Andes desde o sul da Venezuela
e Colômbia para o sul ao norte da Argentina. Comem peixes que capturam no mergulho.